Fabior Fonseca escreve sobre aquilo que costuma passar despercebido. Entre memórias de infância, canções, histórias do cotidiano e reflexões sobre a fé, seus textos buscam encontrar significado nas pequenas coisas: um silêncio inesperado, uma conversa simples, uma lembrança guardada, uma passagem bíblica ou uma música capaz de atravessar o tempo. Cronista das experiências comuns, escreve com um olhar atento para as marcas que a vida deixa pelo caminho, as alegrias discretas, as perdas silenciosas, as perguntas que permanecem e a esperança que insiste em nascer mesmo nos dias difíceis. Além das palavras, encontrou na música outra forma de expressão. Desde 2000, contribui com o Vulgo Fred e Velouriah, bandas de seus amigos, que transformam histórias compartilhadas em melodias, porque algumas emoções precisam de acordes para impulsionar as palavras. Profissional de tecnologia, mas apaixonado pelas coisas que não podem ser medidas, Fabio transita entre dois mundos: o da lógica e o da sensibilidade, o das telas e o das memórias, o da informação e do significado. Seus textos são um convite para desacelerar, observar melhor e redescobrir a beleza escondida nas coisas simples.
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