Campos do Jordão, 19/08/23
O Alto da Reserva é uma reflexão sobre a beleza da natureza e o poder da inspiração. Sobre introspecção e passagem do tempo. É a contemplação de uma atmosfera de vastidão e da grandiosidade da existência em contraste com nossa própria pequenez, enquanto os “contornos singulares” sugerem a individualidade de cada pensamento e de personalidade.
A tentativa de ler “nas entrelinhas” indica uma busca por significados mais profundos. E a referência a “cada talento, a sua senha” sugere a singularidade e a complexidade de cada pessoa, cada uma com suas habilidades únicas e segredos a desvendar.
O aroma amadeirado de um bom vinho revela uma ligação com a história e a tradição, indicando que a compreensão da vida está enraizada em uma herança de conhecimento acumulado ao longo do tempo. Sabedorias milenares.
A menção a “outras vidas” e “almas estranhas” destaca a ideia de “em outras fases da vida”, “outros momentos da existência”, “apenas desconhecidos sem qualquer ligação entre si”, enquanto a resenha nos “laços do presente” indica a importância das relações atuais, representadas pelos “versos de sucessos seculares” e pelo “aconchego de sorrisos trocados”.
A última estrofe fala sobre a transitoriedade da vida, os valiosos momentos de paz interior, a efemeridade e a beleza fugaz da experiência humana que, assim como versos soltos num papel, carregam significados e interpretações pessoais diferentes.
É um texto que chama à reflexão sobre a interconexão entre as experiências individuais e coletivas e a importância de apreciar e viver verdadeiramente no presente momento da jornada da vida e não olhando no retrovisor de um passado indelével, nem nas ansiedades de um futuro distante.
Obrigado por ler até aqui!
Até a próxima!
Fabior.

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