Fabior Fonseca é um artesão das palavras e das lembranças. Cronista do invisível, transita entre a fé, a música e o cotidiano com um olhar sensível e poético, desses que encontram beleza nas frestas, poesia nos cheiros e esperança nos tropeços. Escreve como quem conversa com o tempo — ora com nostalgia de infância, ora com o coração tocado por uma música no rádio ou por uma passagem bíblica que ilumina seus dias mais escuros. Seus textos, sejam diários de viagem, crônicas ou reflexões, fluem com delicadeza e verdade, sem fórmulas prontas, mas com alma aberta. Na música, com o Vulgo Fred, banda formada por seus amigos há 25 anos, encontrou mais uma forma de escrever. E na escrita, mais uma forma de ouvir. Seja atrás da bateria, sua paixão mais antiga ou colaborando com algumas letras. Tudo em sua obra pulsa desse desejo profundo de sentir com autenticidade e de compartilhar esse sentir com quem também busca sentido. Quem lê o que Fabior Fonseca escreve pode acabar encontrando dentro de si uma criança revirando caixas cheias de memórias, um ouvinte em busca do significado das canções ou um simples peregrino de passagem por esta terra.
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