O sol que bronzeia sua pele, que a liberta, a faz sorrir e a deixa feliz. O sol que deixa o mar e céu mais azuis, que faz o dia mais alegre e nos convida a sair de casa, em busca de novos ares e novos mares depois de cada curva da estrada.
Ela adora o vento.
A brisa que vem do mar, que brinca com seus cabelos e balança seu vestido. O vento que empurra as ondas para a praia e que conduz pequenos veleiros que, assim, de longe, parecem tão frágeis e minúsculos e que, depois, de perto, temos a certeza de que realmente o são.
Ela adora o mar.
O mar de pequenas praias de areia branca e fina e águas mornas. O mar que sempre foi parte da vida dela. O mar que é cenário de sua terra, que a deixa tão à vontade e com os olhos brilhando.
Mas, acima de tudo, ela adora viajar.
Adora a estrada, assim como eu. Adora descobrir, conhecer, tocar e viver. Ela sabe fazer de um simples passeio, uma volta ao mundo.
Há tempos, escrevi num desses textos que esperava o dia em que houvesse alguém no banco do passageiro. Alguém que não quisesse apenas desfrutar a empolgação da ida. Mas que estivesse comigo na volta, quando o cansaço batesse. E ela estava lá. Como sempre achei que estaria e como sei que sempre estará.
O que tenho mais forte em minha mente hoje, são momentos como estes. Do charme dela ao caminhar descalça pela areia quente, do brilho nos olhos e seu sorriso absurdo por estar tão perto do mar.
Ela é assim.
Tem um jeito, um carisma e um sorriso que são apenas dela. Ela me conhece como ninguém e por isso a cada dia me faz uma pessoa melhor.
A ilha realmente é bela e ontem ficou ainda mais porque ela estava ali.
Até a próxima!
Fabior

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